Sábado, 23 de Setembro de 2017

Malagueta

Quarta-Feira, 13 de Setembro de 2017, 17h:20

No celular de Wesley

Redação

Reprodução

Celular de Wesley

A cada dia que passa, a situação dos Batista, comparsas delatores e a de Marcello Miller fica mais complicada. Agora, a Polícia Federal encontrou no celular de Wesley Batista, uma série de mensagens que reforçam a atuação do ex-procurador a favor da empresa quando ainda atuava no Ministério Público.

O ex-procurador fazia parte de um grupo de Whatsapp com diretores e delatores da JBS. Ele só se manifestou no grupo, porém, no dia 4 de abril, seu último dia de trabalho no Ministério Público no Rio.
Outras mensagens, porém, mostram que ele já orientava o acordo de delação desde março.

Um dos diálogos revela que ele foi convidado a ir para a reunião, em 28 de março, em que os empresários assinaram o termo de confidencialidade com a PGR se comprometendo a dar início às tratativas da delação.

“Amanhã ele tem expediente no atual emprego dele e não pode não”, disse Francisco de Assis e Silva, executivo e advogado da JBS, também delator.

Em outra mensagem, porém, ele afirmou “estou tentando levar o Marcello amanhã”. Não fica claro se o ex-procurador esteve ou não presente na PGR no dia 28 de março.
Segundo a PF, as mensagens evidenciam “a participação de Marcello Miller como peça fundamental no êxito do acordo”.

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